A vez do design?


Boa tarde a todos,

Com base no texto “A vez do design”, de Clarissa Hellena Rocha, contemplo e continuo insistindo na metodologia do Design Thinking, e o grande dilema do Brasil virar um formador de opinião e criador de tendências.

No texto citado, existem 2 questionamentos em aberto, que são: 

“Será, agora, o momento e a vez do design brasileiro?”

“Serão estas iniciativas o impulso necessário para o desenvolvimento industrial e a gestão do design caminharem juntos?”

Ao meu ver, está na hora do design brasileiro se firmar no mercado, principalmente como formador e criador de opinião e tendências, já que possuímos inúmeros atributos para isso. Se soubermos mesclar o uso consciente do design, o desenvolvimento organizacional competente, e as iniciativas economicas e de desenvolvimento propostas pelo governo e associações de classe, poderemos sim criar ícones do design de produtos, transformando nossos produtos em referencia mundial e consequentemente em sucessos de vendas.

Obrigado…

Henrique Praxedes

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7 comentários sobre “A vez do design?

  1. Todo povo tem capacidade de evoluir o seu design, e deve. O Brasil ao meu ver caminha ainda muito lento para ter a visão empresarial, industrial e comercial homogênea de que o design é o grande diferencial das ações, produtos e serviços. Quando conseguir canalizar todo seu potencial de recursos naturais, intelectuais e institucionais, o design brasileiro vai sim ser um pólo “designístico” como são a Inglaterra, a Espanha, a Itália e a Escandinávia. Pela sua história essa mudança praticamente só será possível (na minha visão) se ela vier dos andares superiores da hierarquia, com incentivos, leis, fiscalizações. etc.

    1. Concordo plenamente, que hoje somos apenas seguidores e não sabemos extrair o potencial que possuimos… Infelizmente poucos são aqueles que pensam no Design como um todo, e poucos são aqueles que conseguem ver algo alem do próprio umbigo… Espero que com esses grandes eventos que acontecerão nos proximos anos, e no capital injetado no país nos ajude a caminhar com maor velocidade ao nivel de excelência compativel com o de paises citados.

  2. O Design precisa ser respeitado como profissão e o Designer como profissional.
    Um pai que leva sua filha ao médico não diz a ele como dar a injeção, apenas confia no profissionalismo do doutor.
    Ninguém pede alterações a um engenheiro sobre as fundações de sua própria casa, apenas para ficar mais “bonito”.
    As pessoas ainda não sabem o que é Design realmente, por isso não dão o devido respeito à profissão.
    Atualmente as empresas são analfabetas do design e muitas só contratam o serviço por que ouviram falar em alguma mídia importante que ele é fundamental. Mas porque ele é fundamental, ninguém sabe dizer. Enquanto o design não conseguir se desvincular do “bonitinho” das mentes das empresas, continuaremos fazendo o que o cliente quer, não o que ele precisa.

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