Casa Cor Amazonas exibe objetos de artes plásticas de artistas amazonenses


Criações de artistas locais e de outros Estados são destaque nos diversos ambientes da exibição

Objetos artísticos podem ser conferidos em diversos ambientes da casa (Alexandre Fonseca)

A mostra é de arquitetura, decoração, design e paisagismo, mas um outro segmento criativo aparentado a estes também se destaca na Casa Cor Amazonas 2011: o das artes plásticas. E não estamos falando somente da Galeria de Arte: na segunda edição do evento, obras de vários artistas – e também de alguns arquitetos de múltiplos talentos – marcam presença em vários espaços da exibição, em cartaz no Centro Cultural dos Povos da Amazônia (CCPA) até o dia 9 de novembro.

A lista de artistas plásticos/visuais inclui nomes conhecidos do cenário local, como Jandr Reis, Rui Machado, Turenko Beça e Charlle’s Marcley, e outros menos lembrados, mas também muito talentosos, como Alessio Junior, Francimar e José Stenio, entre outros. A paulista Maluk também pôs sua assinatura em vários espaços (confira exemplos nesta página, ou no seu smartphone, por meio da Bee Tagg).

Outros profissionais ainda revelaram seus talentos na pintura. É o caso do designer Edson Soares Jr., que assina uma tela de flores em estilo impressionista na Clínica Dermatológica, projetada por ele com Christina Prado. Já esta assina – como Christina Mendes – um tríptico de tom expressionista/hiperrealista no Loft de Amazonino Mendes. Uma escultura em arame é a criação autoral que Marco Araújo expõe na Suíte do Casal, que assina na mostra.

Enfoques

Nos diferentes espaços da mostra, as obras de arte apresentam diferentes usos e enfoques. Em alguns, ela parece parte natural do cenário; em outros, é estrela principal. No Studio da Blogueira, a escultura em metal de Alessio Junior foi disposta num nicho central da parede, em frente à mesa da internauta. No mesmo ambiente, as estampas de Charlle’s Marcley e Pucci fazem da estante um cenário de cor.

O projeto visual de Marcley no Lounge Fashion, por outro lado, é fundamental na tarefa de dar ao espaço uma identidade jovial, múltipla e antenada com o mundo da moda. Já no Loft Todeschini, as telas de imagens em tons de cinza produzidas pelo artista parecem acentuar o anonimato da parede.

As obras de Jandr Reis chamam a atenção por suas grandes proporções. Uma tela disposta no alto é a primeira coisa que se nota ao entrar na Sala de Jantar Alice Lins, enquanto as folhas avantajadas da versão de “Cocolobaçu” só podem ser apreendidas inteiramente num olhar mais à distância, no Loft de Amazonino Mendes.

No Japa Food, uma coluna chama quase a atenção toda para si: luminosa e envolta numa pele de pirarucu, é assinada por Maluk. No alto e em redor, peças de descarte de metal maciço são impossíveis de se notar, mesmo sendo elas de tom similar à madeira do ambiente.

Mas não vamos mais estragar a surpresa: vale a pena mesmo é visitar a Casa Cor Amazonas e descobrir uma a uma as inúmeras obras de arte presentes na mostra!

Por Acritica

Obrigado

Henrique Praxedes

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